Sustentabilidade
Duas peças do fornecimento não estão na sua nota.
A tampa que protege o quadro durante a obra é emprestada, não vendida: ela volta no fim e segue para o próximo empreendimento. O saco que traz o kit fica na obra e vira coletor de entulho.
Duas coisas que a construtora deixa de comprar, e dois materiais que deixam de virar resíduo. É o mesmo movimento.

Como funciona a volta
Sai, trabalha, volta.
- 01
Sai da fábrica
Com o kit, identificada por unidade.
- 02
Trabalha na obra
Protege o quadro. Carrega o material.
- 03
Volta na entrega
Não fica no canteiro nem vira entulho.
- 04
Serve de novo
Outro empreendimento, mesma função.

A tampa anti-furto
Não é vendida. É emprestada e volta.
Ela nasceu de uma situação que se repete em toda obra. Durante a construção, o quadro de distribuição fica exposto ao furto de cabeamento e ao contato com argamassa, gesso, reboco, poeira e tinta. O que era sujeira e dano virava não conformidade, retrabalho e discussão na entrega, entre setores da construtora e com o cliente final.
A tampa é fornecida junto com o fundo do quadro e vai parafusada ali. Fica no lugar durante todo o período da obra, protegendo o interior e dificultando o acesso ao cabeamento. Sai apenas no momento certo, quando chega a hora de instalar os miolos, e aí entra a tampa de acabamento definitiva.
No fim da obra ela volta para a Polvolt. A tampa é reutilizável de verdade: a mesma peça atravessa vários empreendimentos cumprindo a mesma função, em vez de virar resíduo a cada entrega. É por isso que ela não aparece na proposta como item de compra: a construtora usa e devolve.
Menos furto, menos sujeira, menos retrabalho e menos não conformidade na entrega.

O saco de ráfia
Chega com o kit. Fica na obra recolhendo entulho.
Na Polvolt, o valor de uma escolha não está só no menor custo, e sim no que ela devolve para o cliente e para a obra. A ráfia custa mais que o plástico comum, e é a embalagem reutilizável de todos os kits mesmo assim: protege melhor no transporte, aguenta o manuseio de canteiro e suporta ser usada muitas vezes.
A maior vantagem, porém, aparece depois da instalação. Abrindo a costura de cima, o saco vira um coletor de resíduo. Serve para o gesso, a argamassa, as embalagens, os plásticos e o pequeno entulho que cada serviço deixa para trás.
Uma escolha só, três coisas resolvidas: o kit chega protegido, a limpeza da obra fica mais fácil e um material a menos vai para o descarte. É o que a Polvolt entende por inovação, soluções simples que continuam rendendo muito depois de o produto estar instalado.
Padronizar não é um diferencial. É o que separa a obra previsível da obra com prejuízo.
Menos furto, menos retrabalho, menos desperdício. E menos coisa virando entulho.
Orçamento
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